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Prós

Queima de gordura

Durante o jejum prolongado, os níveis de glicogênio muscular (a forma como o corpo armazena energia) tendem a diminuir. Quando você se exercita em jejum, especialmente após uma noite de sono, seu corpo já pode ter esgotado parte de suas reservas de glicogênio.

Isso significa que, em vez de usar glicogênio como fonte primária de energia, seu corpo é mais propenso a recorrer às reservas de gordura.

Em jejum, os níveis de insulina estão naturalmente baixos. A insulina é um hormônio que ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue e também influencia o metabolismo das gorduras. Com níveis baixos de insulina, o corpo tende a favorecer a oxidação de ácidos graxos (gordura) como fonte de energia, em vez de armazená-los.

Insulina baixa

A baixa insulina durante o jejum pode aumentar a oxidação de ácidos graxos, ou seja, a quebra de gordura para produzir energia. Com menos insulina presente para promover o armazenamento de gordura, o corpo é mais propenso a usar ácidos graxos como combustível durante o exercício.

O exercício em jejum pode ajudar a melhorar a sensibilidade à insulina a longo prazo. A sensibilidade à insulina refere-se à capacidade das células do corpo de responder à insulina e absorver glicose do sangue de forma eficiente. Melhorar a sensibilidade à insulina pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de resistência à insulina e diabetes tipo 2, o que é importante para a saúde metabólica geral.

Maior mobilização de ácidos graxos

Durante o jejum, os níveis de hormônios como a adrenalina e o hormônio do crescimento tendem a aumentar. Esses hormônios têm a capacidade de ativar enzimas lipolíticas, que são responsáveis por quebrar as moléculas de gordura (triglicerídeos) armazenadas nas células adiposas em ácidos graxos e glicerol. Com a mobilização aumentada de ácidos graxos, há uma maior disponibilidade desses compostos para serem utilizados como fonte de energia durante o exercício.

Contras

Perda de massa muscular

Quando você se exercita em jejum, especialmente em atividades de alta intensidade ou prolongadas, seu corpo pode recorrer ao tecido muscular como fonte de energia.

Isso ocorre porque, na ausência de glicose disponível para fornecer energia aos músculos, o corpo pode quebrar proteínas musculares através de um processo chamado gliconeogênese, onde os aminoácidos dos músculos são convertidos em glicose para serem utilizados como combustível.

Além do aumento do catabolismo muscular, o exercício em jejum também pode reduzir a síntese de proteínas musculares. Durante o jejum, os níveis de insulina estão baixos, e a insulina desempenha um papel importante na regulação da síntese de proteínas musculares.

Como resultado, a capacidade do corpo de reparar e reconstruir o tecido muscular após o exercício pode ser comprometida.

Baixa energia

Os carboidratos são a fonte de energia preferencial para o corpo durante atividades físicas de alta intensidade. Eles são rapidamente convertidos em glicose, que é então utilizada pelos músculos como combustível imediato. Quando você se exercita em jejum e não tem carboidratos disponíveis, seu corpo precisa recorrer a outras fontes de energia, como gorduras e proteínas, que são metabolizadas de forma mais lenta e menos eficiente em comparação com os carboidratos.

A falta de carboidratos durante o exercício em jejum pode levar à fadiga precoce devido à diminuição dos níveis de glicogênio muscular e hepático.

O glicogênio é a forma como o corpo armazena a glicose para uso futuro durante atividades físicas. Quando essas reservas de glicogênio estão baixas, os músculos podem ficar sem energia rapidamente, resultando em fadiga e queda no desempenho.

Além dos efeitos físicos, a falta de carboidratos também pode afetar o desempenho cognitivo durante o exercício em jejum. A glicose é a principal fonte de energia para o cérebro, e a baixa disponibilidade de glicose pode levar à diminuição da concentração, da coordenação motora e da tomada de decisões durante o treino.

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